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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Algum Jazz que nos inspira arte nestes tempos de pré-carnaval

A semana termina com o fim dos recessos legislativo e judiciário e os preparativos para o Carnaval. Isso quer dizer que a máquina no Brasil somente deverá voltar a funcionar, de fato, após a folia momina. Até lá, vamos ouvir muito mais sobre as atrações para o grande feriadão que se avizinha e menos sobre ações efetivas, que impliquem no desenvolvimento político e social do Pais.No Legislativo, guardamos nossas esperanças de que aos parlamentares recuperarão a moralidade, mas difícil dizer que a democracia está fortalecida.
Com 80% de aliados, no Congresso Nacional, deputados e senadores não terão tanta autonomia para influir nos planos e as metas. Assim, serão coadjuvantes  um pouco mais refinados e independentes, do que quando acatam as decisões emanadas pelas Medidas Provisórias. No Judiciário, a desesperança aumenta. Compreendemos que não podemos ter os melhores juristas no Supremo Tribunal Federal, mas chegando lá não há mais para onde correr. 



Até o final deste mês,  ainda não teremos uma decisão sobre a compra dos caças (é bom lembrar que a Ìndia já fez sua escolha pelos Rafallis franceses, que finalmente venderam os primeiros aviões no mercado internacional), a falta de investimento na indústria (que está semi paralisada) e a demora ainda maior na burocracia para as licenças ambientais, tão importante para tocar projetos de infra estrutura, que implicam na construção de hidréletricas, estradas e avançar o agronegócio por terras férteis (esse é, aliás, o grande sucesso brasileiro no momento e o que mais vem dando certo).
Ao invés de toda essa demanda não atendida, ouviremos aqui na nossa terra sobre os hits de duplo sentido e de mau gosto, a tentativa de ser esnobe e elitista com o festival de jazz em Guaramiranga (mas de longe a melhor opção para o período), o mela-mela porco e sem graça do carnaval no litoral cearense e a tristeza e pobreza do desfile na Avenida Domingos Olímpio.
É muito provável que tenha acordado de mau humor, mas duvido que esteja contrariando Aristóteles quando ele diz que toda ação humana é um bem. Logo, comunicar é um bem, sobretudo quando se trata de um gesto sincero e verdadeiro. Desejo aos leitores um final de semana com mais artes e menos complexidade. Reproduzo aqui o bom jazz e as boas fotografias desse grande artista da luz e imagem Antônio Duarte.

domingo, 9 de outubro de 2011

Folk e ativismo marcam carreira de Joan Baez




Daddy, You've Been On My Mind
Judy Collins


Perhaps it's the colour
Of the sun cut flat
And covering the crossroads
I'm standing at
Or maybe it's the weather
Or something like that
But daddy
You've been on my mind
I don't mean trouble
Please don't put me down
Don't get upset
I am not pleading or saying
"I can't forget you"
I do not walk the floor
Bowed down and bent
But yet, daddy
You've been on my mind
Even though
My mind is hazy
And my thoughts
They might be narrow
Where you been
Don't bother me
Nor bring me down
In sorrow
It don't even matter
Who you're waking
With tomorrow
Daddy
You're just on my mind
I am not asking you
To say words
Like "yes" or "no"
Please understand me
I 'm not calling
For you to go
I'm just breathing
To myself
Pretending not
That I don't know
That daddy
You've been on my mind
When you wake up
In the morning
Baby
Look inside your mirror
Oh, you know
I won't be next to you
You know
I won't be near
I'd just be
Curious to know
If you can see
Yourself as clear
As someone
Who has had you
On her mind
As someone
Who has had you
On her mind

domingo, 7 de agosto de 2011

Gold Diggers, de Busby Berkeley, é um momento curto para a beleza intensa



Gold Diggers, de 1933, de Busby Berkeley (1895-1976), tem vários méritos. E um desses, não menos importante, é a vitória do coletivo sobre o individual. O musical nos remete a tempos nostálgicos, em que o movimento da câmara, a canção romântica, a coregrafia bem planejada, e o artesanato da produção resultam num só termo: o esmero da produção.

Felizmente, Gold Diggers, um dos clássicos do diretor, encontra-se digitalizado e podemos apreciar com qualidade todo esse primor de arte. Sobre o diretor, Cristiano Câmara enaltece a sintonia que faz entre o valor individual de cada participante, como o cantor, a dançarina, o cenógrafo, a iluminação e os efeitos (que  não eram especiais assim naqueles anos), mas consegue chegar a algo parecido a um caleidoscópio. 
Busby Berkeley nasceu em 29 de novembro de 1895, em Los Angeles, Califórnia, filho de artistas de teatro. Começou trabalhando em uma fábrica de sapatos e se alistou para o Exército, com o início da Primeira Guerra Mundial. Acabou apresentando alguns espetáculos para a tropa. Após a guerra, iniciou carreira como ator e coreógrafo em musicais de teatro. Em 1928 já acumulava cinco shows na Broadway e foi chamado para o cinema. Seu primeiro trabalhou foi em Whoopee (1930), que coreografou. Após o filme, assinou contrato com a Paramount. Seguiram-se Kiki (1931), Palmy Days (1931), dentre outros, que o desanimaram da carreira. O sucesso, de fato, começou com Rua 42, que ele atuou como diretor de dança. Após o filme ganhou um contrato de sete anos.Quando assinou contrato com a Warner, fez questão de informar que dirigiria os filmes, e não apenas somente as partes musicais. Em 1935 o diretor foi processado após um acidente automobilístico causar a morte de três pessoas. Foi absolvido, mas ficou abalado com o fato. Na Warner fez filmes como Hotel de Hollywood (1937), Os Homens são uns Trouxas (1938), No Mundo da Lua (1938), Promessa Cumprida (1938), dentre outros. No final da década de 30 entrou para a MGM, onde dirigiu Judy Garland em Sangue de Artista (1939), Um Casal em Apuros (1939), O Rei da Alegria (1940) dentre outros. Após sucessos na MGM, foi emprestado para outros estúdios e iniciou um processo de desemprego e depressão. Tentou suicídio e chegou a ser internado em um sanatório.Seu último filme como diretor foi A Bela Ditadora (1949), com Gene Kelly. Busby faleceu em 14 de maio de 1976. Tinha 80 anos.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Joe Barry nos eleva ao mundo romântico do country music



I'm a fool to care

I'm a fool to care
When you treat me this way 
I know I love you 
But what can I do
I'm a fool to care
I'm a fool to cry
When you tell me goodbye 
You left me so blue 
When you were untrue 
I'm a fool to care
I know I should laugh 
And call it a day But I know I would cry
If you went away 
I'm a fool to care 
When you don't care for me
So why should I pretend
I'll lose in the end I'm a fool to care
I'm a fool to care
When you don't care for me
So why should I pretend 
I'll lose in the end 
I'm a fool to care

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Tradução livre para o amor apaixonado de Ray Charles




Can't Stop Lovin' You

(I can't stop loving you)
I've made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)
It's useless to say
So I'll just live my life in dreams of yesterday
(Dreams of yesterday)
Those happy hours that we once knew
Tho' long ago, they still make me blue
They say that time heals a broken heart
But time has stood still since we've been apart
(I can't stop loving you)
I've made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)
It's useless to say
So I'll just live my life in dreams of yesterday
(Those happy hours)
Those happy hours
(That we once knew)
That we once knew
(Tho' long ago)
Tho' long ago
(Still make me blue)
Still ma-a-a-ake me blue
(They say that time)
They say that time
(Heals a broken heart)
Heals a broken heart
(But time has stood still)
Time has stood still
(Since we've been apart)
Since we've been apart
(I can't stop loving you)
I said I made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)
It's useless to say
So I'll just live my life of dreams of yesterday
(Of yesterday)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Mr. Bojangles dançava como aqueles menestréis





Mr. Bojangles

(Nina Simone)

I knew a man,
Bojangles,
and he'd dance for you
in worn out shoes,
with silver hair,
a ragged shirt,
and baggy pants.
the old soft shoe.
jump so high,
jump so high,
then he'd lightly touch down.


I met him in a cell
in New Orleans,
I was down and out.
He looked to me to be the very eyes of age
as he spoke right out,
talked of life, talked of life,
laughed, slapped his leg and stepped.


He said the name "Bojangles"
and he danced a lick
across the cell.
grabbed his pants,
a better stance,
and wow he jumped up high.
clicked his heels.
he let go a laugh,
let go a laugh,
shook back his clothes all around.


Mr. Bojangles.
Mr. Bojangles.
Mr. Bojangles.
dance.


he danced with those at minstrel
shows & county fairs,
throughout The South.
He spoke with tears
of fifteen years
of how his dog and him,
had traveled about.
his dog up and died,
he up and died,
after twenty years he still greives.


He said "I dance
now and every chance at
honkey-tonks,
for drinks and tips.
But most of time
I spend behind these country bars,
cause I drinks a bit."


he shook his head.
and as he shook his head,
I heard someone ask please,


Mr. Bojangles.
Mr. Bojangles.
Mr. Bojangles.
dance,

sábado, 26 de março de 2011

Liza Minnelli canta porque todo mundo ama um vencedor



Maybe this time, I'll be lucky
Maybe this time, he'll stay
Maybe this time,
For the first time,
Love won't hurry away.

He will hold me fast,
I'll be home at last.
Not a loser anymore
Like the last time and ...
the time before.

Everybody loves a winner
So nobody loved me.
Lady Peaceful
Lady Happy
That's what I long to be.

All the odds are
They're in my favor
Something's bound to begin
It's got to happen
Happen sometime
Maybe this time I'll win.

Cause everybody
They love a winner
So nobody loved me.
Lady peaceful
Lady happy
That's what I long to be.

All the odds are
They're in my favor
Something's bound to give in
It's got to happen
Happen sometime
Maybe this time...Maybe this time
I'll win!!!.