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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Handel dá alma ao instrumento musical



Georg Friedrich Händel (1685-1759), compositor alemán, aunque nacionalizado británico. Fue uno de los más grandes compositores de la última etapa barroca.


Nació el 23 de febrero de 1685 en Halle, Alemania, en el seno de una familia sin tradición musical. No obstante, su talento se manifestó de tal manera que, antes de cumplir los diez años, comenzó a recibir, de un organista local, las únicas clases a las que asistió en toda su vida. Aunque su primer trabajo, a los 17 años, fue como organista de iglesia en Halle, sus gustos musicales no correspondían con ese cargo. En 1703 se trasladó a Hamburgo, el centro operístico de Alemania por aquel entonces. Fue allí donde, en 1704, compuso su primera ópera, Almira, que obtuvo gran éxito al año siguiente. Poco más tarde, insistiendo en su deseo de conseguir prestigio como compositor de ópera, marchó a Italia. Su primera parada fue en Florencia y en la primavera de 1707 viajó a Roma, donde disfrutó del mecenazgo tanto de la nobleza como del clero. En Italia compuso óperas, oratorios y pequeñas cantatas profanas. Su estancia en Italia finalizó con el éxito de su quinta ópera, Agrippina (1709), estrenada en Venecia.
Händel evitó las rigurosas técnicas contrapuntísticas de su compatriota y contemporáneo Johann Sebastian Bach y basó su música en estructuras sencillas, de acuerdo con sus creencias estilísticas. No obstante, la obra de ambos compositores refleja la época en que vivieron. Tras ellos, la ópera tomó un camino diferente y los géneros favoritos del barroco, como la sonata para trío y el concerto grosso, se abandonaron durante mucho tiempo. El desarrollo de la orquesta sinfónica y del pianoforte permitió investigar materias que se habían descartado en el periodo barroco. A pesar de todo, la influencia de ambos compositores no descansa en ejemplos específicos. El legado de Händel se basa en la fuerza dramática y la belleza lírica de su música. Sus óperas abarcan desde los esquemas rígidos y convencionales hasta un tratamiento más flexible y dramático de los recitativos, ariosos, arias y coros. Su habilidad para construir grandes escenas en torno a un sólo personaje la desarrollaron compositores como Wolfgang Amadeus Mozart y el italiano Gioacchino Rossini en sus scenas dramáticas. La herencia más importante de Händel es, sin duda, la creación del oratorio dramático, alejado de las tradiciones operísticas existentes y llevado a término por su imaginación creativa. Los oratorios del austriaco Joseph Haydn y del alemán Felix Mendelssohn están influidos en gran medida por los de Händel. Fue uno de los primeros compositores de quien se escribió una biografía (1760), que tuvo celebraciones por el centenario de su nacimiento y cuya música se publicó en su totalidad (cuarenta volúmenes, 1787-1797). Ludwig van Beethoven alabó estas publicaciones. A pesar de que hoy día, al igual que durante el siglo XIX, se conoce a Händel por obras como El Mesías y Música acuática, cada vez más se intenta mostrar el resto de sus composiciones, especialmente las óperas. Su genio musical merece ser recordado en toda su amplitud.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Sociólogo Emir Sader é o convidado do Tópicos Utópicos

O sociólogo e cientista político Emir Simão Sader falará sobre “Os caminhos do Brasil em Nuestra América”, em debate marcado para o dia 11 de dezembro, às 14h, no teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Ele é o convidado para a 4ª edição do Projeto Tópicos Utópicos, iniciativa da Prefeitura Municipal de Fortaleza. A Universidade Federal do Ceará é uma das parceiras do projeto, assim como a Comissão de Participação Popular (PMF), a Secretaria de Cultura (PMF), a Editora Boitempo e a Escola Nacional Florestan Fernandes.
O projeto pretende referenciar Fortaleza como polo de reflexão sobre política, economia, cultura, meio ambiente, dentre outros temas. Emir Sader refletirá sobre em que medida o neoliberalismo permanece hegemônico, ao analisar a natureza dos atuais governos latino-americanos, com destaque para o brasileiro.
Fonte: Coordenação de Formação da Comissão de Participação Popular da Prefeitura Municipal de Fortaleza - (fone: 85 3452 2110)

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Surf mexe com emoções e toca os corações no próximo dia 16

Natinho Rodrigues


Minhas homenagens a Rafaela Bahia e Israel Rodrigues, respectivamente, líderes das escolas de surf Aldeia Surf e Çun-Huê, que organizam para o próximo dia 16 o Natal Solidário, voltado para crianças e adolescentes da comunidade dos Cocos, residente em área de risco. O dia promete tocar com emoções e mexer corações. Haverá mini-competições de surf, atividades recreativas e espirituais.
O evento acontece, na Barraca seu Cesário, ao lado do hotel Vila Galé, na Praia do Futuro, de 9 às 125 horas. E fica ainda no aguardo, também, de doações como brinquedos, para que a festa se torne mais bonita.
Através das escolas, a Praia do Futuro, que na mídia vem aparecendo muito mais pelo enfoque na criminalidade, não obstante todo o seu potencial para o turismo, torna-se palco do resgate da auto-estima, da alegria e solidariedade entre seus moradores.

Telefones para contato: Rafaela: (85) 8813.6157
                                    Israel: (85) 8896.1226

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MAUC inaugura exposição de xilogravuras de Sebastião de Paula

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O Museu de Arte da UFC (MAUC) promove, na próxima quarta-feira (8), às 19h, coquetel de abertura da exposição “Piracema”, com xilogravuras do artista cearense Sebastião de Paula. A mostra fica aberta a visitação até 14 de janeiro de 2011. Sebastião de Paula nasceu no município de Morada Nova, em 1961. Possui graduação em Música pela Universidade Estadual do Ceará, mas firmou-se como artista plástico, especialmente nos campos da gravura em metal e da xilogravura. Já participou de mostras nacionais no Paraná, Pará, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo, além de ter exposto suas obras na França, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Eslovênia, Portugal e Cuba. O MAUC fica na Av. da Universidade, 2854 – Benfica.
 
Fonte: MAUC - (Fone: (85) 3366.7481)


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domingo, 5 de dezembro de 2010

Proust não encerrou as buscas pelo tempo perdido (Final)



Swann comparava sua amante Odete a Vênus, de Sandro Botticelli, era o máximo que obtinha, na pintura, como referencial da beleza e encantamento femininos. Esse é mais um exemplo do refinamento de Proust, que nos seus sete livros da obra Em Busca do Tempo Perdido, nos vai passando a sensação  de ver quadros, escutar sonatas e se deliciar com a elegante culinária francesa.
Após concluir o sétimo livro, o Tempo Redescoberto, em que mostra não haver nenhum valor estético na perversão, fiquei com uma sensação de que já havia lido a última obra prima. Difícil imaginar ler sete livros, mais ainda escrevê-los, principalmente com tanto zelo.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Proust não encerrou as buscas pelo tempo perdido (I Parte)




Escrito por Marcel Proust, No Caminho de Swann:

Há uma bela qualidade de silêncio, não é? - disse-me ele. - As corações feridos, como o meu, um romancista que lerás mais tarde julga que só convém a sombra e o silêncio. Olha, meu filho, chega na vida uma hora, de que ainda está muito longe, em que os olhos não toleram mais que uma luz, a que uma linda noite como esta prepara e a destila na escuridão, em que os ouvidos já não podem escutar outra música a não ser a que executa o luar na flauta do silêncio

Tradução: Mário Quintana, Editora Globo (1983)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Rubinstein se personifica e personifica Chopin em Barcarolle




Prácticamente todas las composiciones de Chopin son para piano. Aunque expatriado, siempre fue leal a Polonia, un país desgarrado por las guerras; sus mazurcas reflejan los ritmos y melodías del folclore polaco y las polonesas están marcadas por el espíritu heroico de su patria. La influencia que sobre él ejerció el compositor de ópera italiano Vincenzo Bellini también se puede apreciar en sus melodías. Las baladas, scherzos y estudios (cada uno de ellos centrado en un problema técnico específico) son muestra de su amplísima obra para piano solo. Su música, romántica y lírica, se caracteriza por las dulces y originales melodías, las refinadas armonías, los ritmos delicados y la belleza poética. Influyó notablemente sobre otros autores, como el pianista y compositor húngaro Franz Liszt y el compositor francés Claude Debussy. Sus obras publicadas incluyen 55 mazurcas, 27 estudios, 24 preludios, 19 nocturnos, 13 polonesas y 3 sonatas para piano. Entre sus otras obras destacan el Concierto nº 1 en mi menor, opus 11 y el Concierto nº 2 en fa menor para piano y orquesta, opus 21 (en el que se aprecia la influencia, tanto en su forma como en la melodía, de los conciertos para piano de Johann Nepomuk Hummel), así como una Sonata en sol menor para violonchelo y piano, opus 65 y Diecisiete canciones polacas, opus 74.
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